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Pesquisa da Intel revela que nove entre cada 10 adultos norte-americanos se incomodam com comportamento inapropriado de usuários de dispositivos móveis

23/06/2009 - 10:50:51

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A maioria disparada (90%) dos adultos norte-americanos sentem-se incomodados com a falta de etiqueta de usuários de dispositivos móveis como notebooks, netbooks e smartphones em alguns locais, de acordo com a recente pesquisa "Etiqueta Móvel", realizada pela Harris Interactive e patrocinada pela Intel Corporation.
 
A principal reclamação de 72% dos adultos entrevistados é sobre a digitação ou leitura de mensagens em dispositivos móveis à direção. Entre outras reclamações constantes, 63% dos adultos consideram irritantes quem falam alto em público em dispositivos conectados à Internet. Também foram consideradas irritantes aquelas pessoas que discutem assuntos particulares em público (55%) e lêem ou digitam texto nesses dispositivos na presença de outras pessoas (54%).
 
A pesquisa também descobriu que ao mesmo tempo em que a maioria dos adultos se incomoda com o comportamento dos outros, apenas um terço (38 por cento) admite ter falhas de etiqueta móvel quando se trata da troca de mensagens de texto na presença de outros.
 
Principais descobertas da pesquisa De acordo com a pesquisa, mais de 80% dos adultos já testemunhou alguém fazendo algo estranho durante uma chamada ou um acesso à Internet por meio de um dispositivo móvel. Isso não é nenhuma surpresa, já que cada vez mais adultos utilizam netbooks, notebooks e telefones portáteis menores e mais leves. As principais respostas para a etiqueta móvel estranha variaram entre deixar um caixa esperando até a conclusão de uma conversa no telefone e digitar texto enquanto dirige o carro. Outras respostas incluem o uso de notebook em um banheiro público e escutar digitação e conversas em uma igreja, funeral ou consultório médico.
 
Além disso, 82% dos adultos se incomodaram com outras pessoas usando inapropriadamente dispositivos conectados à Internet em locais públicos. Mais da metade dos adultos (56%) relatou se incomodar com pessoas que não seguem as regras de etiqueta móvel em cafés e restaurantes, e cerca da metade (47%) se sente incomodado com o mesmo comportamento em cinemas e shows. Cerca de quatro entre cada 10 (41%) dos adultos mencionaram lojas e mercados como sendo os principais locais onde se sentem especialmente incomodados por quem desrespeita a etiqueta móvel, enquanto cerca de um quarto dos adultos (26%) listou os banheiros públicos.
 
Apenas 38% dos adultos admitiram pelo menos uma troca de mensagens ou a digitação de texto na companhia de outras pessoas. Enquanto 55% dos participantes se declararam incomodados quando outros discutem problemas particulares em público em seus celulares e dispositivos móveis, apenas 28% dos adultos admitiram que se comportam da mesma maneira em determinadas ocasiões.
 
Dispositivos móveis menores e mais leves abrem as portas para uma nova etiqueta móvel
"Temos cada vez mais tecnologia em nossas vidas – muitos dispositivos em nossas bolsas, mochilas e bolsos, bem como em nossos lares, escritórios e até em nossos carros. Não surpreende que ainda estejamos descobrindo o que é socialmente apropriado e o que não é – anda estamos desenvolvendo a nossa etiqueta tecnológica", declarou Genevieve Bell, antropóloga cultural associada à Intel, que se dedica a estudar tecnologia e cultura.
 
Mesmo que códigos de conduta para uso de novas tecnológicas ainda estejam sendo estudados, Bell diz que podemos usar o bom senso, leis e alguns ensinamentos de nossos pais e professores:
  • Especialistas concordam que ler e digitar mensagens de texto à direção é perigoso, sem mencionar que é ergonomicamente difícil. Faça um favor para si mesmo e para os outros motoristas: mantenha os notebooks fechados e os outros dispositivos guardados, ou encoste antes de começar a digitar a sua próxima mensagem ou e-mail.
  • Dispositivos móveis não possuem funções secretas e nem áreas de silêncio. Então até que eles tenham, se for uma conversa que você não queira que seja ouvida, leve seu dispositivo móvel para uma área segura e mantenha os detalhes entre você e a pessoa do outro lado da linha.
  • Bell recentemente jantou com um homem que confessou ser o único homem no banheiro que não estava usando um Blackberry* - ele não conseguiu decidir se ele se sentia deprimido ou excluído. É claro que as vezes você precisa fazer aquela ligação, mas existem alguns lugares que quase todos concordam que deveriam ser considerados inapropriados. Esses locais incluem banheiros públicos, vestiários, locais religiosos e restaurantes na companhia de outras pessoas e, sobretudo, durante um encontro amoroso – a menos que você precise ser resgatado.
  • Quando assistir vídeos em público no seu computador, assegure-se de usar fones de ouvido, já que nem todos querem compartilhar esse momento com você. Além disso, é rude espiar sobre o ombro das outras pessoas, então assegure-se de não tentar ver o dispositivo móvel de outra pessoa. A menos, é claro, que você esteja desesperado para saber qual é o novo programa ou a marca daquele telefone celular tão bonito.
  • Aproveitando o tema compartilhamento, as tomadas do café local ou do serviço Wi-Fi do aeroporto foram feitos para uso público. Se outras pessoas estiverem esperando, desconecte o seu e compartilhe a tomada. Você também pode ser prevenido e levar consigo uma extensão - você fará amigos imediatamente.
  • Algumas pessoas não conseguem fazer duas coisas ao mesmo tempo, por isso não digite enquanto caminha ou você corre o risco de pisar no pé dos outros e passar vergonha: pare um segundo e termine a sua mensagem. Ou então você vai correr o risco de bater de frente com alguém ou com alguma coisa, além de correr o risco de cometer uma grande quebra da etiqueta móvel.
 
Essa pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 10 de abril de 2009 nos Estados Unidos pela Harris Interactive a pedido da Intel. Foram ouvidos 2160 participantes adultos, com idade superior a 18 anos. Essa pesquisa não é baseada em amostra de probabilidade e por isso não foi possível calcular o erro de estimativa.


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